Equipe SOMA
Ana Magalhães
Andrea Faria
Daniel Menezes
Elaine Santana
Fernanda Sales
João Gualberto
Juliana Ferreira
Marcos Peixoto
Paulo Laborda
"NA PSICOLOGIA E NO AMOR, NEM NUNCA, NEM SEMPRE"
Venho até ela, porque andei pelos palcos da vida em busca do que não sabia existir.
Venho até ela, porque tive, em cada local por onde trilhei, derrotas e vitórias, sem saber, às vezes, de onde vinham os aplausos, ms vi com clareza de onde vinham as vaias...
Andei pelas trilhas sinuosas da vida, para que pudesse, em algum momento, encontrar o que provavelmente estaria certo, reto, sem curvas nem estreitos, sem ladeiras e muito menos declives.
Venho até ela, talvez, como um rio em sua sapiência, que não questione a montanha, mas que simplesmente, desvia dela sem a menor permissão...venho talvez, como águas revoltas, ferventes de borbulhas sem dar trela nem ouvidos a o que na frente possa estar, me servindo de empecilho ou de embate. Não sei...Venho até ela, quem sabe, como mansa água de regato esperando, em algum momento, esbarrar em alguma coisa que me faça sentir que estou e continuo em movimento. Não sei...Venho até ela, tentando desesperadamente entender o tamanho do universo, do qual faço parte, e de certo sou ele também... e quem dera pudesse esse cosmo de infinita pequeneza que cabe em mim, e gigantesca dimensão inexplicável beleza...
Venho até ela tentando desvendar o impossivel. Tentando buscar no deserto da inconsciência o oásis da razão e da existência.
Venho a~´e ela, pois imagino que dentro das possibilidades quânticas exista, lá em um dado momento, um encontro entre o que talvez seja o óbvio e aquilo que ainda não foi lido, ou dito, ou escrito, discordante, ou até mesmo que não tenha a ver com nada.
Venho até porque vi Newton falar do contido, mas não explicar o incontido...vi Rousseau filosofar sobre evolução, mas não dar a consciência universal... vi Einstein deixar o absoluto em uma esquina para falar do que só é visto com multiplos olhos... vi tantos outro... Freud, Jung, Platão, passei por Elena Blavatsky, Eliphas Levy, Hermes e tantos quantos falavam de ocultimos dando aos símbolos poderes e mistérios.
Venho até ela, pois talvez consiga, pelo menos em uma centelha, sair ileso dos palcos da vida, buscando em cada coxia escondida, depois de retirada toda maquiagem e ornamentos, deparar comigo mesmo em um espelho, sabe se lá com que clareza, de cara limpa, fitando meu semblante enrugado pelo tempo, desprovido de qualquer máscara, ainda que sujo pelas sombras da minha psique, e ver, o quanto andei entre ricos e choros para que pudesse, aqui, agora, saber que venho até ela, para saber que nada sei.
Paulo Laborda Cruz Rios
SSA,4 de agosto de 2011
Olá pessoal eu observei o blog de vcs, dão uma olhada nosso também http://psi-fca.blogspot.com/ Equipe Freud. E postem comentário os professores querem interatividade para poder valer nota!
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