Soma
Equipe do 1º Semestre de Psicologia da Faculdade Castro Alves. 2011.2
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
È TEMPO DE PROTEGER E RECICLAR
O tempo passou e a Terra se encheu de gente e de coisas. Coisas novas e descartáveis, velhas e obsoletas: LIXO!
Lixo, sujeira, resíduos de uma Sociedade descomprometida com o amanhã.
Somos sementes, somos filhos da natureza; filhos do consumismo desenfreado, do desassossego social e de seus interesses econômicos.
A sustentabilidade está em nossa “lixeira” onde resíduos são embalados com plásticos e comida. A sustentabilidade está em fazer carros menos poluentes, Indústrias que lançam menos gases tóxicos em nossa atmosfera, para que não respiremos o fruto do descomprometimento do Homem, formatado no “quer ter” e não o que “posso ser”.
As empresas devem valorizar o seu papel na sociedade com projetos que além de contribuir com conscientização devem também comunicar a importância desta prática, das ações necessárias, da sua relevância e dos benefícios possíveis.
É necessário integrar o desenvolvimento e o progresso com o meio ambiente para que se consiga em parceria, criar novas formas de produção com equilíbrio e sem degradação. O estilo de vida e os padrões de consumo estabelecidos pela sociedade atual refletem num impacto ecológico que deixam o planeta num nível cada vez mais crítico. Torna-se imperativo o consumidor mudar o seu comportamento começando a priorizar cada vez mais por produtos que levam em conta a questão ambiental.
A saúde do nosso planeta não está do lado de fora de nossa casa, mas dentro dela; dentro de cada um de nós em todos os dias de nossa existência.
Ver a Terra como uma pequena casa é promover a harmonia natural da espécie em prol da sua própria sobrevivência.
A sustentabilidade não se busca nas salas obscuras da politicagem interesseira e imaculada pela imunidade parlamentar. Ela é feita por gente como nós. De gente simples como o Sr. Wellington – da Ong Velho Chico, que em uma expedição ao Rio São Francisco notou no decorrer do percurso a degradação e descaso das autoridades para com o rio. O Sr. Wellington que já tem filhos, já escreveu um livro e já plantou 35 mil arvores, precisa da nossa atenção.
Na sua volta já com a intenção de modificar esse ambiente, desenvolve uma ação isolada conseguindo primeiro em sua escola sensibilizar os alunos e começar arrecadar material e resíduos recicláveis, transformando em arvores e começando a recompor essa mata local. Com isso, lhe despertou com olhar crítico a iniciativa de montar essa ONG, e então, começou a divulgá-las em escolas, faculdades e demais instituições educacionais, fazendo convênios com essas parcerias, e desenvolvendo palestras e ações para a coleta de resíduos seletivos que são processados, vendido e revertidos em árvores.
Essa iniciativa tem gerado um olhar consciente para muitos, por onde passa desenvolve palestras de abordagens temáticas em busca de resultados e somatização para a realização do seu trabalho.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Psicologia
BLOG - Psicologia 1º Semestre - Faculdade Castro Alves.
Equipe SOMA
Ana Magalhães
Andrea Faria
Daniel Menezes
Elaine Santana
Fernanda Sales
João Gualberto
Juliana Ferreira
Marcos Peixoto
Paulo Laborda
Paulo Laborda Cruz Rios
SSA,4 de agosto de 2011
Equipe SOMA
Ana Magalhães
Andrea Faria
Daniel Menezes
Elaine Santana
Fernanda Sales
João Gualberto
Juliana Ferreira
Marcos Peixoto
Paulo Laborda
"NA PSICOLOGIA E NO AMOR, NEM NUNCA, NEM SEMPRE"
Venho até ela, porque andei pelos palcos da vida em busca do que não sabia existir.
Venho até ela, porque tive, em cada local por onde trilhei, derrotas e vitórias, sem saber, às vezes, de onde vinham os aplausos, ms vi com clareza de onde vinham as vaias...
Andei pelas trilhas sinuosas da vida, para que pudesse, em algum momento, encontrar o que provavelmente estaria certo, reto, sem curvas nem estreitos, sem ladeiras e muito menos declives.
Venho até ela, talvez, como um rio em sua sapiência, que não questione a montanha, mas que simplesmente, desvia dela sem a menor permissão...venho talvez, como águas revoltas, ferventes de borbulhas sem dar trela nem ouvidos a o que na frente possa estar, me servindo de empecilho ou de embate. Não sei...Venho até ela, quem sabe, como mansa água de regato esperando, em algum momento, esbarrar em alguma coisa que me faça sentir que estou e continuo em movimento. Não sei...Venho até ela, tentando desesperadamente entender o tamanho do universo, do qual faço parte, e de certo sou ele também... e quem dera pudesse esse cosmo de infinita pequeneza que cabe em mim, e gigantesca dimensão inexplicável beleza...
Venho até ela tentando desvendar o impossivel. Tentando buscar no deserto da inconsciência o oásis da razão e da existência.
Venho a~´e ela, pois imagino que dentro das possibilidades quânticas exista, lá em um dado momento, um encontro entre o que talvez seja o óbvio e aquilo que ainda não foi lido, ou dito, ou escrito, discordante, ou até mesmo que não tenha a ver com nada.
Venho até porque vi Newton falar do contido, mas não explicar o incontido...vi Rousseau filosofar sobre evolução, mas não dar a consciência universal... vi Einstein deixar o absoluto em uma esquina para falar do que só é visto com multiplos olhos... vi tantos outro... Freud, Jung, Platão, passei por Elena Blavatsky, Eliphas Levy, Hermes e tantos quantos falavam de ocultimos dando aos símbolos poderes e mistérios.
Venho até ela, pois talvez consiga, pelo menos em uma centelha, sair ileso dos palcos da vida, buscando em cada coxia escondida, depois de retirada toda maquiagem e ornamentos, deparar comigo mesmo em um espelho, sabe se lá com que clareza, de cara limpa, fitando meu semblante enrugado pelo tempo, desprovido de qualquer máscara, ainda que sujo pelas sombras da minha psique, e ver, o quanto andei entre ricos e choros para que pudesse, aqui, agora, saber que venho até ela, para saber que nada sei.
Paulo Laborda Cruz Rios
SSA,4 de agosto de 2011
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