O tempo passou e a Terra se encheu de gente e de coisas. Coisas novas e descartáveis, velhas e obsoletas: LIXO!
Lixo, sujeira, resíduos de uma Sociedade descomprometida com o amanhã.
Somos sementes, somos filhos da natureza; filhos do consumismo desenfreado, do desassossego social e de seus interesses econômicos.
A sustentabilidade está em nossa “lixeira” onde resíduos são embalados com plásticos e comida. A sustentabilidade está em fazer carros menos poluentes, Indústrias que lançam menos gases tóxicos em nossa atmosfera, para que não respiremos o fruto do descomprometimento do Homem, formatado no “quer ter” e não o que “posso ser”.
As empresas devem valorizar o seu papel na sociedade com projetos que além de contribuir com conscientização devem também comunicar a importância desta prática, das ações necessárias, da sua relevância e dos benefícios possíveis.
É necessário integrar o desenvolvimento e o progresso com o meio ambiente para que se consiga em parceria, criar novas formas de produção com equilíbrio e sem degradação. O estilo de vida e os padrões de consumo estabelecidos pela sociedade atual refletem num impacto ecológico que deixam o planeta num nível cada vez mais crítico. Torna-se imperativo o consumidor mudar o seu comportamento começando a priorizar cada vez mais por produtos que levam em conta a questão ambiental.
A saúde do nosso planeta não está do lado de fora de nossa casa, mas dentro dela; dentro de cada um de nós em todos os dias de nossa existência.
Ver a Terra como uma pequena casa é promover a harmonia natural da espécie em prol da sua própria sobrevivência.
A sustentabilidade não se busca nas salas obscuras da politicagem interesseira e imaculada pela imunidade parlamentar. Ela é feita por gente como nós. De gente simples como o Sr. Wellington – da Ong Velho Chico, que em uma expedição ao Rio São Francisco notou no decorrer do percurso a degradação e descaso das autoridades para com o rio. O Sr. Wellington que já tem filhos, já escreveu um livro e já plantou 35 mil arvores, precisa da nossa atenção.
Na sua volta já com a intenção de modificar esse ambiente, desenvolve uma ação isolada conseguindo primeiro em sua escola sensibilizar os alunos e começar arrecadar material e resíduos recicláveis, transformando em arvores e começando a recompor essa mata local. Com isso, lhe despertou com olhar crítico a iniciativa de montar essa ONG, e então, começou a divulgá-las em escolas, faculdades e demais instituições educacionais, fazendo convênios com essas parcerias, e desenvolvendo palestras e ações para a coleta de resíduos seletivos que são processados, vendido e revertidos em árvores.
Essa iniciativa tem gerado um olhar consciente para muitos, por onde passa desenvolve palestras de abordagens temáticas em busca de resultados e somatização para a realização do seu trabalho.
